Arquivos da categoria 'Reclamando'

Uma explicação, por favor

Alguém sabe me dizer o que causou a morte de 36 toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas na ultima semana, causando mal estar, fedor e muitas dúvidas?

-> Não havia todo um plano liderado por Eike Batista (muito publicado em seu blog pessoal: www.eikebatista.com.br/blog) para o resgate e limpeza da Lagoa e, em teoria, já iniciado?

->  O governo não arrecadou dinheiro (28 milhões), marketeiros  e iniciativas para que isto acontecesse?

Vamos voltar com movimentos como o “basta!” e questionar mais o que acontece (ou deixa de acontecer) em nossa cidade.

Uma explicação, por favor.

peixe-morto

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RDTUP alerta: cuidado com o bulldog

Você já deve ter percebido como as ruas do Rio estão cheias dos mais que simpáticos bulldogs franceses, né não? São aqueles engraçadinhos, com orelhas de morcego. Lembram da colaboradora Teca Sá com a Sofia (penúltima foto do post - http://riodetudoumpouco.com.br/blog/?p=4983)?

Mas tem muita gente fazendo confusão. Uma coisa é o bulldog francês, pequenino e elegante; outra coisa é o bulldog inglês, gordo e desajeitado.

Há algumas semanas, essa peça passou lá em casa. Por isso digo: cuidado!!

* Bulldoguinhos ingleses estão sempre desconfiados, muito bolados com tudo. Rosnam, latem e pensam que podem.

* Quando encontram uma mantinha, qualquer jornal velho, tapete ou caixa de papelão, têm seu lado mendigo aflorado e vão se jogando logo.

* Dormem em qualquer canto (dormem o dia todo) e roncam demais.

* E quando saem de casa, compram briga com todos. Encaram, provocam, mordem… lembram um pitboy de loja de sucos.

Por isso, tomem cuidado; porque, apesar de tudo, bulldogs ingleses chegam e conquistam o coração da gente (assim como a cama, o tapete e o sofá).

P.s.: Jackie, saudades da Sushi!!

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SOCORRO O GERENTE VEM AI!!!

socorro

Estudo marketing e respiro marketing tem mais ou menos 25 anos, e aprendi, dentro da minha casa, inclusive, que o cliente tem sempre razão – mesmo quando está errado. Mas ando chocada com o tipo de serviço que se anda oferecendo por ai.

Venho acompanhando colunas de jornais e de revistas que abrem espaço para clientes insatisfeitos, e cada vez acho mais surreal o tratamento e o despreparo de proprietários e gerentes de estabelecimentos para lidar com o público.

Agem como se monopólios, onde o cliente não tem para onde correr, por isso que aceitem o que oferecem, e bem caladinhos.

A coluna de hoje, me fez querer gritar, de tão absurda! Uma moça reclamava de ter chegado à uma boate as 10:30hs da noite, e ficado em uma fila quase duas horas, esperando na rua para entrar.  Ignorando e sem respeito algum aos clientes na fila, o proprietário e o gerente colocaram milhares de pessoas que chegavam para dentro, no maior desrespeito aos clientes da fila.

Bem, que isso aconteça, até entendo, porque existem formadores de opinião, clientes VIP e etc, que fazem com que aquela boate queira ser freqüentada e tal, mas a resposta do proprietário a pobre menina foi a seguinte: “Me procure da próxima vez, que a colocarei para dentro!

Pelo Amor de Deus! Como um proprietário de um estabelecimento, onde a cliente acha seu “modus operandi” ruim, pode tentar sanar a má impressão repetindo o erro!??!?!?

O outro cliente, na mesma coluna, era um pobre coitado que foi a tão divulgada Restaurant Week. Disse que a comida do tal restaurante estava quase que uma comida de bandejão, e que o serviço era de última. O proprietário concordou, disse que receberam mais do que esperavam, e por isso foi aquela m. mesmo!

Dá para acreditar que um restaurante de nível altíssimo, não esteja nem ai para controle de qualidade? Qualidade significa prezar pelos mínimos detalhes, e como me ensinou o meu avô : Quem não tem competência, não se estabelece. Resumindo: Não vai dar conta de x clientes, feche as porta e não atenda x clientes, atenda metade deles!

Finalizo com um caso que me aconteceu em visita a um restaurante de moda em SP, na Fernando Albuquerque.

Após almoçar, olhei para o teto, e dentro de uma luminária, uma ratazana de meio metro.

Discretamente chamei a gerente e informei, quase enfartando, mas preocupada em não alarmar a clientela, do tal gigante nojento que estava bem em cima da nossa cabeça.

A gerente nos respondeu, com a cara mais lavada do mundo, que aquela ratazana já estava no restaurante tinha mais de um mês, e que não conseguiam pegá-la.

A conta veio, não houve desconto, mas a cara de pau de oferecer um vale para comermos lá um outro dia, foi surreal. Certamente quero voltar a comer em um local onde a ratazana é mascote e a gerente uma anta!

People, unam-se e lutem contra esta falta de serviço absurda e falta de instrução de gerentes e proprietários. Não levem desaforo para casa, levem no máximo, uma quentinha!

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