Capeto para Todos!!

Queridonas, agora é hora de garimpar e pechinchar! A partir deste sábado, dia 12 de setebro, até domindo que vem, dia 20, acontece um mega Bazar no Atêlier da Isabela Capeto - no Humaitá - com peças de coleções antigas e de acervo. O Atêlier funciona de 11h as 19h. É pra correr, porque vai ter cabo de guerra!

 

bazar

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Sapucapeto

Mais um ensaio do bloco Sapucapeto rolou ontem no Clube Monte Líbano na Lagoa, e para manter a tradição, foi animadíssimo. Um clima de matinê carnavalesca, com famílias, crianças e muita gente bacana. Os músicos, fantásticos, tiveram o auxílio luxuoso de Marcelo D2, Roberta Sá, Pedro Luis e uma cantora excelente chamada Aline Calixto – vamos ficar de olho neste nome. Inovações musicais, mistura de samba com rap, arranjos diferentes, tudo conduzido de forma divertida e animada. Mas foi na hora dos sambas-enredo famosos que os foliões foram ao delírio, sambando e cantando prá valer, numa verdadeira catarse. Para terminar o domingo feliz e começar a semana com um sorriso no rosto.

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Esquentando os tamborins

 

Numa espécie de grito de carnaval, este domingo Isabela Capeto e Leandro Sapucahy armam o primeiro ensaio do Sapucapeto, o novo bloco do carnaval carioca.

O ziriguidum acontece numa casa na Vieira Souto ( nesta primeira edição somente para convidados ) num esquema pós-praia, pois lá tem até chuveiro prá tirar a areia do pé e sambar sem medo de ser feliz.

O grande desfile estilo “concentra mas não sai” vai rolar na rua Dias Ferreira no sábado de carnaval, dia 21/02. Chora cavaco!

 

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Mulher rendeira

O verão de Isabela Capeto já começou impressionando no desfile: um sambinha de rua com bateria de escola de samba e tudo. A coleção? Pendurada em cabides, feito exposição. Mas o que ela trouxe na mala da viagem que fez ao Nordeste foi mais inédito ainda. Inquieta e criativa, Isabela foi em busca de rendeiras de mão cheia, e encontrou verdadeiras pérolas pelo caminho.

 

Foi mais ousada ainda: testou mil técnicas para tingir tule. Pintou biscoitos Globo de dourado e simulou pulseiras (é só decoração, hein meninas!).
A coleção carrega tecidos pesados entremeados por discretos detalhes dourados. De longe, imprime um pouco do horizonte de terra seca e quente onde a estilista se inspirou. E as obras de arte das talentosas rendeiras dão o toque final. Foram os primeiros vestidos rendados que vi na vida que não tem cara de vovó.

Palmas então para a criatividade e para o talento divino das rendeiras do Nordeste, emprestando à moda um pouco do que o Brasil tem de melhor em suas terras.

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